Close Menu
    ULTIMOS POSTS

    Maricá promove encontro para orientar idosos sobre sinais do Alzheimer

    março 5, 2026

    Maricá divulga calendário oficial de eventos para 2026 com foco em cultura, turismo e economia

    março 5, 2026

    13,1% das vítimas de feminicídio tinham medida protetiva em vigor em 2024, aponta pesquisa

    março 5, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp TikTok
    Facebook X (Twitter) Instagram
    SOS Notícias RJSOS Notícias RJ
    Button
    • Destaques
    • Maricá
    • Itaboraí
    • Niterói
    • Rio De Janeiro
    • São Gonçalo
    • Saquarema
    • POLÍTICA
    • Coluna Politicando
    SOS Notícias RJSOS Notícias RJ
    Início » Com inflação do aluguel em 17,89% no acumulado de 12 meses, negociar contrato é a melhor saída
    Destaques

    Com inflação do aluguel em 17,89% no acumulado de 12 meses, negociar contrato é a melhor saída

    adminBy admindezembro 6, 2021Nenhum comentário0 Views
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    No mês de novembro, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,02%, taxa mais baixa do que as do mês anterior (0,64%) e de novembro de 2020 (3,28%). Apesar da desaceleração, o indicador acumula alta de 16,77% no ano e 17,89%, em 12 meses. Com uma conjuntura econômica ainda instável, o reajuste no contrato de aluguel muitas vezes se torna um problema grande para os inquilinos e, nesses casos, negociar pode ser a melhor saída para evitar prejuízos.

    De acordo com o art. 18. da lei do inquilinato, é lícito às partes fixar, de comum acordo, novo valor para o aluguel, bem como inserir ou modificar cláusula de reajuste. Ou seja, o valor a ser pago pelo inquilino pode (e deve) ser negociado com o locador dos imóveis, principalmente em casos nos quais o IGP-M está sendo seguido à risca, já que o mesmo cresceu demasiadamente durante a pandemia.

    Nesse contexto, a negociação é benéfica não só para o locatário, como também para o locador, explica Leandro Sender, advogado especialista em Direito Imobiliário. Com a escalada inflacionária trazendo dores de cabeça em diversos setores, conciliar aluguel, tarifa energética, mercado e os demais serviços do dia a dia não é fácil e, por isso, o inquilino sempre irá procurar o aluguel que traga melhor custo-benefício.

    “A melhor saída é negociar, chamar o locador para uma conversa e explicar que o IGP-M está em um valor estratosférico. Também é muito importante que o locador saiba que, se o locatário sair, não é uma situação tão fácil de se resolver. Então ambos têm essa fragilidade”, pontua.

    Segundo o especialista, o dono do imóvel, apesar de resguardado pelo índice pré-definido no contrato de locação, pode enfrentar consequências judiciais – especialmente em um período pandêmico -, caso não entre em acordo com o inquilino. No entanto, como a lei não estabelece nenhuma diretriz nesse sentido, caso haja uma disputa legal, a decisão ficará à cargo do juiz.

    “Cada caso é um caso. O juiz vai pegar a causa e analisar se o locatário apresentou motivos suficientes que o convençam de que deve ser alterado o índice (do contrato)”, explica Leandro. O processo, no entanto, é prejudicial para ambos. Com os custos de advogados e processuais “o mais recomendado é sentar e negociar”.

    Para o proprietário, não há dúvidas de que um acordo pode ser bem mais benéfico. Com a alta oferta de imóveis devido à conjuntura atual, se houver insatisfação com o contrato, o inquilino será levado à busca por melhores preços, explica o economista André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE.

    “Com a pandemia, muita gente perdeu o emprego e a capacidade de pagar. Muita gente entregou imóvel e agora tem uma oferta de imóveis que dá ao inquilino mobilidade. Se ele não conseguir acordo com o proprietário ele muda. Para o proprietário isso é ruim, porque se o imóvel ficar vazio, é ele quem vai ter que pagar o condomínio e as taxas. Então além de perder uma fonte de renda, ele constrói uma despesa”.

    Para o economista, a escolha acerca de alugar ou não um imóvel também não deve ser pautada pela alta no IGP-M ou pelo indexador presente no contrato de locação. “Ninguém praticou reajuste de 30% ou 40% no aluguel. Nenhum inquilino, ou a maioria deles, terá condições de arcar com isso. No geral, houve acordos”.

    O vice-presidente da Secovi RJ, Leonardo Schneider, explica que o que se tem visto nos últimos meses no mercado de locação é, de fato, a negociação entre locador e locatário. A prática também é recomendada por administradores de imobiliárias.

    “Alguns passaram a usar contratos com IPCA, outros flexibilizaram ou fizeram uma média desses índices [IPCA e IGP-M]. Também houve casos em que o reajuste foi baixo ou nem foi feito. É um diálogo entre o inquilino e o proprietário”.

    A alta no IGP-M

    É importante entender também como esses valores são calculados. O IGP-M é divulgado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE) e, assim como o conhecido IPCA, mede a variação de preços, ou seja, a inflação. A grande diferença é que o IGP engloba diversas etapas de uma cadeia produtiva, levando em conta não só os preços que chegam ao consumidor final, explica André Braz.

    “O IGP-M, muito citado em contratos de aluguel, foi desenvolvido em 1989 e, naquela época, havia um período de hiperinflação. Tanto o IPCA quanto o IGP-M registraram variações muito parecidas, então para o mercado tanto fazia adotar um ou outro. E o IGP, como é calculado por uma instituição independente, que não é do governo, tinha um apelo popular mais forte”, afirma. “Foi por essa razão que ele acabou sendo muito citado nos contratos de locação, mas isso nunca foi uma recomendação da FGV”, completa.

    O IGP-M é calculado com base em três indicadores: o IPA-M (Índice de Preços ao Produtor Amplo do Mercado), o IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor-Mercado) e o INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção-Mercado).

    “O IGP é ‘geral’ por isso. Ele pega a inflação do agronegócio e da indústria de transformação, pega a inflação das famílias e pega a inflação da construção civil”, explica.

    Segundo o especialista, o IPA, componente que integra o IGP, foi o principal responsável pela alta do IGP, que acabou se distanciando muito do IPCA (IBGE) durante a pandemia. Com muitas das variáveis que o IPCA mede não sendo notadas durante o período de lockdown (com exceção dos alimentos), ele acabou sofrendo menos impacto que a chamada ‘inflação do aluguel’.

    E, para Braz, a tendência do índice é de desacelerar e retornar aos patamares anteriores à pandemia até maio de 2022.

    “Grandes commodities já começam a ensaiar uma queda no mercado internacional e a nossa moeda, apesar de continuar desvalorizada, não acumulou novas desvalorizações. Então, uma estabilidade maior do câmbio, mesmo no patamar atual, e queda no preço das commodities, ajuda o IPA e IGP a desacelerar”.

    aluguel Economia inquilino proprietário SOSMARICÁ
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegram Email
    admin
    • Website

    Related Posts

    Colégio Pedro II abre processo para desligar alunos denunciados por estupro coletivo

    março 2, 2026

    Durante o recesso, Câmara de Maricá analisa projeto que libera R$ 145 milhões do Fundo Soberano; entenda

    fevereiro 3, 2026

    Curso gratuito de Marketing Digital e Educação Financeira fortalece empreendedorismo feminino em Maricá

    janeiro 15, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demo
    Ultimas Noticias

    Maricá promove encontro para orientar idosos sobre sinais do Alzheimer

    março 5, 20264

    Maricá divulga calendário oficial de eventos para 2026 com foco em cultura, turismo e economia

    março 5, 20265

    13,1% das vítimas de feminicídio tinham medida protetiva em vigor em 2024, aponta pesquisa

    março 5, 20263

    Desfile da Unidos do Viradouro altera trânsito no Centro de Niterói

    março 5, 20265
    Não perca!
    Brasil

    13,1% das vítimas de feminicídio tinham medida protetiva em vigor em 2024, aponta pesquisa

    By Lboasmarço 5, 20263

    Em 2024, 13,1% das mulheres vítimas de feminicídio no Brasil foram mortas mesmo com Medida…

    Justiça do Rio prende ator José Dumont por estupro de vulnerável

    março 4, 2026

    Lua de sangue: veja como ver eclipse que ocorre nesta terça (3/3)

    março 2, 2026

    PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por faltas e abre processo que pode levar à demissão

    fevereiro 27, 2026
    Redes Sociais
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    • TikTok
    • WhatsApp
    RSS SOS Notícias RJ
    • Maricá promove encontro para orientar idosos sobre sinais do Alzheimer
    • Maricá divulga calendário oficial de eventos para 2026 com foco em cultura, turismo e economia
    • 13,1% das vítimas de feminicídio tinham medida protetiva em vigor em 2024, aponta pesquisa
    • Desfile da Unidos do Viradouro altera trânsito no Centro de Niterói
    • Deputado Renato Machado é o novo líder da bancada do PT na Alerj
    • Caso Alana Anisio: Jovem recebe alta e é homenageada na saída do hospital após 26 dias internada
    • Maricá entrega 21 casas do Programa Melhoria Habitacional
    • Justiça do Rio prende ator José Dumont por estupro de vulnerável
    • Niterói prorroga prazo para regularização de dívidas com descontos de até 90%
    • Exposição “Mulheres em Pauta” provoca reflexão sobre a potência feminina em Maricá
    Sobre nós
    Sobre nós

    Website de Utilidade Publica desde 2017 informando a população do estado do Rio de Janeiro

    Email: sosnoticiasrj@gmail.com
    Contact: 21 97419-3875

    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp TikTok
    Variadas

    Maricá promove encontro para orientar idosos sobre sinais do Alzheimer

    março 5, 2026

    Maricá divulga calendário oficial de eventos para 2026 com foco em cultura, turismo e economia

    março 5, 2026

    13,1% das vítimas de feminicídio tinham medida protetiva em vigor em 2024, aponta pesquisa

    março 5, 2026
    Populares

    Praia do Sossego em Niterói  é eleita para receber Bandeira Azul pela terceira vez

    setembro 27, 20237.712

    Prefeito de Itaboraí decreta contingenciamento de gastos

    setembro 14, 20235.330

    Problemas técnicos marcam os primeiros dias dos ônibus Laranjinhas em Itaboraí

    novembro 14, 20234.060
    © 2026 SOS Notícias RJ - Todos os direitos reservados.
    • Home
    • Coluna Politicando

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.