Close Menu
    ULTIMOS POSTS

    Formação em Maricá ensina como identificar autismo e altas habilidades

    março 6, 2026

    Retirada 2,5 toneladas de barricadas de comunidades de Niterói

    março 6, 2026

    Por unanimidade, STF nega prisão domiciliar a Bolsonaro

    março 6, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp TikTok
    Facebook X (Twitter) Instagram
    SOS Notícias RJSOS Notícias RJ
    Button
    • Destaques
    • Maricá
    • Itaboraí
    • Niterói
    • Rio De Janeiro
    • São Gonçalo
    • Saquarema
    • POLÍTICA
    • Coluna Politicando
    SOS Notícias RJSOS Notícias RJ
    Início » Por que pessoas com duas doses da vacina da Covid-19 ainda podem contrair a doença?
    Destaques

    Por que pessoas com duas doses da vacina da Covid-19 ainda podem contrair a doença?

    adminBy adminjunho 15, 2021Nenhum comentário0 Views
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    RIO E SÃO PAULO — Estudante do 5º ano de veterinária na cidade de Matão (SP), Giovanni Reggi Bortolani, de 22 anos, tomou a segunda dose da vacina CoronaVac no dia 4 de março. Um mês depois, após um jantar em família em que todos presentes acabariam contraindo a Covid-19 , ele também saiu infectado. Casos como esse — de pessoas que contraíram a doença mesmo após as duas doses da vacina — vêm causando dúvidas acerca da efetividade dos imunizantes contra o novo coronavírus.

    Médicos e especialistas alertam que é sim possível contrair e transmitir a doença, mesmo após 14 dias da aplicação da segunda dose, quando se completa o ciclo de imunização. Isso ocorre porque as vacinas atualmente disponíveis protegem principalmente contra o desenvolvimento de formas graves da doença, como explica Rosana Richtmann, infectologista do Hospital Emílio Ribas e do comitê de imunização da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

    — Quando falamos da importância da vacinação não é que a pessoa vai estar totalmente livre de pegar a doença. Mas a chance dela ser internada, intubada e ter complicações cai expressivamente e assim combatemos a pandemia — aponta Richtmann.

    A especialista ressalta que nenhuma vacina é 100% eficaz. Ela explica que, apesar das diferenças de eficácia das vacinas, todas disponíveis para vacinação atualmente possuem uma proteção para prevenção de casos moderados e graves entre 75-80% com as duas doses.

    Um estudo sobre a CoronaVac, por exemplo, feito pelo Ministério da Saúde do Chile, apontou que ela é 67% efetiva na prevenção da infecção sintomática pela doença; 85% para prevenir internações e de 80% na prevenção de mortes pela Covid-19. Já duas doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 podem ter cerca de 85% a 90% de efetividade contra o desenvolvimento da doença, segundo a Public Health England (PHE).

    Além do tipo do imunizante, especialistas explicam que o principal fator que irá determinar o nível de proteção é o próprio organismo do paciente — ou seja, varia de pessoa para pessoa. Segundo a infectologista da Unicamp e consultora da SBI Raquel Stucchi, basicamente, há três grupos de reações às vacinas: quem desenvolve uma boa formação da imunidade celular e não adoece; aqueles que criam resposta parcial e podem ter casos leves;  e uma minoria que desenvolve poucas células de defesa e pode ter casos moderados e graves.

    — Os pacientes que não desenvolvem imunidade a partir da vacina são na maioria idosos (devido ao processo de envelhecimento natural do sistema imunológico), imunodeprimidos e pessoas com comorbidades como obesidade e diabetes — diz Stucchi.

    Faz parte desse grupo, por exemplo, a funcionária do setor de saúde de Franca, no interior de São Paulo, Cacilda Vendramini Ferreira, de 68 anos, que é diabética e hipertensa. Ela havia tomado a segunda dose em 2 de março e começou a se sentir mal em 10 de abril.  Ficou oito dias internada, cinco deles na UTI, mas não precisou ser intubada.

    — Se eu não tivesse tomado a vacina poderia ter sido muito pior — afirma Ferreira.

    Outra funcionária do setor de Saúde da cidade, Laudicéia Satler Duarte, 53 anos, tomou a segunda dose no dia 3 de março. No fim de maio seu marido contraiu a doença e ela também se infectou, apresentando sintomas como dor de garganta, sinusite e fraqueza leve.

    — Eu achava que não pegaria. Mas acredito que a vacina ajudou a não ter sintomas mais graves — conta.

    O imunologista Daniel Mansur, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) explica que quando tomamos a vacina treinamos nossas células para combater o vírus. Porém, em parte dos casos, as células de defesa treinadas contra o vírus acabam não sendo suficientes para combater o antígeno.

    — O vírus não é uma entidade estática. Ele se multiplica, tem seus próprios mecanismos de defesa e vai usar de tudo para continuar se replicando. É uma “corrida armamentista”, e onde tiver menos resistência pode surgir a doença — define Mansur.

    Por conta dessa capacidade do vírus de infectar mesmo após a vacinação, a infectologista Raquel Stucchi ressalta que a imunização é também importante para proteger outras pessoas e o próprio sistema de saúde.

    — A gente insiste que a vacinação não é um ato individual, mas coletivo. Com muita gente vacinada diminui as internações e tende a diminuir a circulação do vírus. Assim a chance dessas pessoas cujo sistema imunológico não respondeu à vacina adoecerem diminui muito — analisa Stucchi.

    Os especialistas alertam ainda para a importância de tomar as duas doses e completar o ciclo de imunização. Atualmente, apenas 11,11% da população brasileira recebeu as duas doses da vacina. Além disso, destaca Rosana Richtmann, se a pessoa se expõe muito a locais aglomerados, a chance dela se infectar mesmo imunizada também será maior.

    — No hospital vejo muitas pessoas que, após 4 ou 5 dias da primeira dose já relaxam e acabam se contaminando e desenvolvendo a doença. Por isso é importante completar a imunização com a segunda dose e seguir usando máscara para proteger a si mesmo e aos outros — recomenda a infectologista.

    Brasil contágio Covid-19 Saúde Vacina
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegram Email
    admin
    • Website

    Related Posts

    Colégio Pedro II abre processo para desligar alunos denunciados por estupro coletivo

    março 2, 2026

    Saúde nega caso confirmado de Mpox em Niterói após boato sobre a doença na cidade

    fevereiro 27, 2026

    Maricá amplia coleta de sangue com estratégia descentralizada e registra cerca de 500 bolsas

    fevereiro 25, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demo
    Ultimas Noticias

    Formação em Maricá ensina como identificar autismo e altas habilidades

    março 6, 20262

    Retirada 2,5 toneladas de barricadas de comunidades de Niterói

    março 6, 20263

    Por unanimidade, STF nega prisão domiciliar a Bolsonaro

    março 6, 20264

    Niterói completa 13 meses sem feminicídio e celebra Dia da Mulher com show gratuito de IZA

    março 6, 20268
    Não perca!
    Brasil

    Por unanimidade, STF nega prisão domiciliar a Bolsonaro

    By Lboasmarço 6, 20264

    A Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, nesta quinta-feira (5), negar um novo pedido…

    13,1% das vítimas de feminicídio tinham medida protetiva em vigor em 2024, aponta pesquisa

    março 5, 2026

    Justiça do Rio prende ator José Dumont por estupro de vulnerável

    março 4, 2026

    Lua de sangue: veja como ver eclipse que ocorre nesta terça (3/3)

    março 2, 2026
    Redes Sociais
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    • TikTok
    • WhatsApp
    RSS SOS Notícias RJ
    • Formação em Maricá ensina como identificar autismo e altas habilidades
    • Retirada 2,5 toneladas de barricadas de comunidades de Niterói
    • Por unanimidade, STF nega prisão domiciliar a Bolsonaro
    • Niterói completa 13 meses sem feminicídio e celebra Dia da Mulher com show gratuito de IZA
    • Maricá promove encontro para orientar idosos sobre sinais do Alzheimer
    • Maricá divulga calendário oficial de eventos para 2026 com foco em cultura, turismo e economia
    • 13,1% das vítimas de feminicídio tinham medida protetiva em vigor em 2024, aponta pesquisa
    • Desfile da Unidos do Viradouro altera trânsito no Centro de Niterói
    • Deputado Renato Machado é o novo líder da bancada do PT na Alerj
    • Caso Alana Anisio: Jovem recebe alta e é homenageada na saída do hospital após 26 dias internada
    Sobre nós
    Sobre nós

    Website de Utilidade Publica desde 2017 informando a população do estado do Rio de Janeiro

    Email: sosnoticiasrj@gmail.com
    Contact: 21 97419-3875

    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp TikTok
    Variadas

    Formação em Maricá ensina como identificar autismo e altas habilidades

    março 6, 2026

    Retirada 2,5 toneladas de barricadas de comunidades de Niterói

    março 6, 2026

    Por unanimidade, STF nega prisão domiciliar a Bolsonaro

    março 6, 2026
    Populares

    Praia do Sossego em Niterói  é eleita para receber Bandeira Azul pela terceira vez

    setembro 27, 20237.712

    Prefeito de Itaboraí decreta contingenciamento de gastos

    setembro 14, 20235.330

    Problemas técnicos marcam os primeiros dias dos ônibus Laranjinhas em Itaboraí

    novembro 14, 20234.060
    © 2026 SOS Notícias RJ - Todos os direitos reservados.
    • Home
    • Coluna Politicando

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.