O 7 de setembro de 2025 foi marcado por uma grande mobilização popular no Rio de Janeiro. Milhares de manifestantes ocuparam a Avenida Presidente Vargas para participar do Grito dos Excluídos, que este ano trouxe o tema “Quem manda no Brasil é o povo brasileiro”.
O evento, que acontece há 30 anos, reuniu movimentos sociais, sindicatos, parlamentares e partidos políticos de esquerda em defesa da democracia e contra a anistia aos golpistas do 8 de janeiro.
Ato político pela democracia e soberania nacional
A concentração teve início às 10h, na esquina da Rua Uruguai com a Presidente Vargas. Os militantes, vestidos de verde e amarelo, carregavam bandeiras do Brasil, faixas e cartazes com mensagens pela soberania nacional e contra o fascismo.
Ao meio-dia, os manifestantes iniciaram a caminhada pela Avenida Presidente Vargas até a Praça Mauá, passando por parte da Avenida Rio Branco. Durante o percurso, os gritos de ordem reforçaram o tom político do ato:
- “Povo independente é povo soberano”
- “Sem anistia, sem perdão, eu quero ver Bolsonaro na prisão”
Ato Cultural Brasil Soberano
Encerrada a manifestação política, o público se reuniu na Praça Deodoro, na Glória, para o Ato Cultural Brasil Soberano, que celebrou a resistência popular por meio da arte.
O evento contou com apresentações de rap, hip hop, samba, funk das antigas, roda de capoeira e teatro, promovendo integração e diversidade cultural. Além do público, lideranças partidárias e parlamentares do Rio de Janeiro também marcaram presença.
Entre os destaques, os presidentes municipal e estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Alberes Lima e Diego Zeidan, ressaltaram a importância do ato como símbolo da luta pela soberania nacional. Já a secretária nacional de Cultura, Vivi Martins, destacou a cultura como pilar fundamental da cidadania.
Deputada Zeidan reforça luta por direitos sociais
Presente no evento, a deputada estadual Zeidan (PT), vice-presidente da Alerj, destacou a força da mobilização popular no 7 de setembro:
“O verde e amarelo são símbolos nossos, da democracia. Estar nas ruas com milhares de pessoas mostra o apoio do povo ao presidente Lula e à luta contra a anistia de golpistas que não aceitaram a derrota. Também defendemos o fim da escala 6×1, a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, a desoneração para quem recebe até R$ 7 mil e a taxação dos super ricos”, afirmou Zeidan.



